A imbecilidade de estar preso a sentimentos, antigos que me transformaram e transformam naquilo que sou, no que me tornei, no que sinto, no que não sinto e no que querem que eu sinta.
Em tempos eu fui um " believer", acreditava piamente nos sentimentos puros e nobres. Acreditava na amizade e no Amor; Agora torna-se difícil acreditar na amizade assim como ela era pura, sem interesses, sem desonestidade, e camaradagem. Mais difícil ainda se torna acreditar no amor, hoje dei por mim a pensar, falta de sinceridade, mentira, ilusão, cornos.....Odeio o Amor.
A ideia, não original, surgiu quando na madrugada de 14 para 15 de outubro de 2012, numa daquelas insónias que por vezes me persegue e me faz estar acordado até ás 4 da manhã. O voltar a escrever ( ideia propriamente dita) situações do dia a dia, minhas e de quem me rodeia, desabafos, tristezas, alegrias pormenores e pormaiores escritos ou fotografados. O nome surge de uma frase que costumo dizer para mim próprio "pardais mortos não piam, mas voam"
Detalhes
- Nuno Domingues
- Como em tempos escrevi. Eu não sei quem me achou mas perdi-me de novo. Estado de ofroma.

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