Aprendo a desvendar, se n for quem vai ser.
Sigo, tento seguir, esbarro e volto a esbarrar. Balanço. Faz-me
ver o que n quero, abro o que fecho.
Voltas no empedrado
manchado pelo sal, absorvo o mel que cai da mão, azedo como o fel que na cara
escorre. Observo. Marca, sulca a carne e segue no sentido contrário, esvai-se
onde surge, morre onde vive. Parado.
Raiam panóplias de cores, monocromatismos de sons que os
tons produzem, na sonoridade do silêncio.
Reflexos, decisões
que refletem o que vai, ou não chegou a sair.
Merda! Só, tanta como a que me sai das mãos, diarreia
espiritual que grela nos cornos do casco que tenho na cabeça, esgatanho com o
cabelo, deixo marca nas raízes que com tal fertilizante teimam em morrer.
Tenho de soltar amarras.

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